5.1. Recursos tecnológicos na aprendizagem - enquadramento
Com o desenvolvimento das tecnologias de informação e de comunicação, são diversificadas as tecnologias actualmente utilizadas nos modelos de ensino e aprendizagem.
O uso dos meios/recursos tecnológicos é determinado por um conjunto de elementos inerentes àquilo que se pretende conceber e desenvolver, entre outros factores destacam-se: modalidade, objectivos a atingir, características dos destinatários, modelo a implementar, tempos disponíveis, espaço e capacidade financeira.
Os conteúdos ao serem disponibilizados em meios diferenciados são objecto de adequação específica ao meio em causa.
A selecção dos meios tecnológicos são objecto de uma decisão de gestão facto que requer uma articulação estreita entre a gestão geral, o planeamento pedagógico e o planeamento dos suportes tecnológicos.
Para além da selecção dos meios estes têm de ter manutenção e estarem efectivamente operacionais para o desenvolvimento das actividades. A falta de operacionalização dos meios tecnológicos utilizados como suporte à formação, é factor de desmotivação e até de abandono de cursos e percursos de aprendizagem. É de extrema importância que estas situações sejam salvaguardadas. A realização prévia de testes é uma das formas de prevenir este tipo de ocorrências.
A selecção dos meios para além do que foi referido requer outras reflexões, como por exemplo, como trabalhar os conteúdos e como apresentá-los, serão utilizados para actividades isoladas ou de interacção, os formandos terão de produzir conteúdos, terão de ser enviadas e recebidas imagens e vozes, qual o tipo de comunicação que deverá ocorrer, etc.
Neste projecto existe um compromisso de articulação e de dependência entre a capacidade financeira da organização, a capacidade das infraestruturas tecnológicas da organização, a filosofia pedagógica da organização e o tipo de clientes (considerando as condições dos mesmos) que pretende satisfazer.
5.2. Os recursos tecnológicos no Percurso de Aprendizagem
Tendo em consideração as decisões tomadas pelo CFA e identificadas anteriormente, a população-alvo, os objectivos a atingir e o modelo de ensino/aprendizagem foram seleccionados para o percurso de aprendizagem referenciado e descrito quatro suportes tecnológicos, a escrita/texto, o podcast/som, a webcast/vídeo e o Skipe, para além do LMS de suporte a todo o sistema de aprendizagem da organização.
O podcast/som será o recurso mais utilizado terá textos informativos e servirá para evidenciar experiências efectuadas pelos formandos e a webcast/vídeo será utilizado para textos informativos que visam disponibilizar demonstrações. Poderão em alguns temas serem utilizados ambos. Será também utilizado o Skipe para algumas das produções a efectuar pelos formandos.
Os meios identificados não exigem equipamentos e software complexos e são de fácil acesso. Os formandos acederão à informação através de links que estarão identificados no ambiente de aprendizagem (LMS) do CFA. Os textos em podcast permitem ao formando flexibilidade na gestão do seu tempo e do espaço para audição associado ao seu ritmo de aprendizagem. Esta flexibilidade também é proporcionada pelas webcast/vídeos.
A estratégia pedagógica delineada para este percurso é de que estes meios sejam utilizados em todo percurso de acordo com a matrizes planeadas. No entanto, serão introduzidas alterações, melhorias ou correcções se através dos indicadores de acompanhamento e controlo do processo, verificar-se que há necessidade de intervenções alternativas.
Outra decisão tomada relaciona-se com o tipo de comunicação que deverá ocorrer entre os utilizadores. O LMS e o Skipe serão os meios a utilizar para possibilitar a interacção.
Na concepção e desenvolvimento dos conteúdos adequados aos meios identificados colaboram técnicos com conhecimentos específicos. Na implementação não é exigível formação especifica, para além da frequência do módulo de ambientação, para quem não domina operacionalmente algumas tarefas a efectuar na e através da Internet.
5.3. Infra-estrutura a utilizar
O CFA dispõe de um ambiente virtual de aprendizagem (LMS) – Moodle - que disponibiliza, entre outras, as seguintes funcionalidades: comunicação síncrona e assíncrona, sistema de correio, anúncios, portfólio, caderno de notas, avaliação, recursos didácticos, equipas, edição de texto cooperativo, ajuda, um sistema de votação, um sistema de auto-avaliação, e monitorização dos acessos.
O percurso de aprendizagem sobre “Comunicação e Técncas de Expressão” irá também recorrer à plataforma para comunicar e realizar algumas actividades planeadas.
5.4. Testes e revisões
No plano de actividades do projecto foram identificados momentos de validação, que se realizarão no início, após a concepção da componente piloto, durante o no fim do projecto. Os testes de experiência serão feitos por utilizadores simulados, com perfis semelhantes aos destinatários do percurso de aprendizagem. Serão efectuados testes à componente pedagógica e técnológica/infraestrutura. De acordo com os resultados dos testes serão introduzidas as correcções e as melhorias necessárias.
5.5. Plano de contingências
Faz também parte do projecto o Plano de Contingências em que são identificadas um conjunto de potenciais ocorrências que poderão condicionar a formação. Para estas situações são igualmente identificadas as respectivas soluções para que o processo formativo não seja afectado.
5.1. Recursos tecnológicos na aprendizagem - enquadramento
Com o desenvolvimento das tecnologias de informação e de comunicação, são diversificadas as tecnologias actualmente utilizadas nos modelos de ensino e aprendizagem.
O uso dos meios/recursos tecnológicos é determinado por um conjunto de elementos inerentes àquilo que se pretende conceber e desenvolver, entre outros factores destacam-se: modalidade, objectivos a atingir, características dos destinatários, modelo a implementar, tempos disponíveis, espaço e capacidade financeira.
Os conteúdos ao serem disponibilizados em meios diferenciados são objecto de adequação específica ao meio em causa.
A selecção dos meios tecnológicos são objecto de uma decisão de gestão facto que requer uma articulação estreita entre a gestão geral, o planeamento pedagógico e o planeamento dos suportes tecnológicos.
Para além da selecção dos meios estes têm de ter manutenção e estarem efectivamente operacionais para o desenvolvimento das actividades. A falta de operacionalização dos meios tecnológicos utilizados como suporte à formação, é factor de desmotivação e até de abandono de cursos e percursos de aprendizagem. É de extrema importância que estas situações sejam salvaguardadas. A realização prévia de testes é uma das formas de prevenir este tipo de ocorrências.
A selecção dos meios para além do que foi referido requer outras reflexões, como por exemplo, como trabalhar os conteúdos e como apresentá-los, serão utilizados para actividades isoladas ou de interacção, os formandos terão de produzir conteúdos, terão de ser enviadas e recebidas imagens e vozes, qual o tipo de comunicação que deverá ocorrer, etc.
Neste projecto existe um compromisso de articulação e de dependência entre a capacidade financeira da organização, a capacidade das infraestruturas tecnológicas da organização, a filosofia pedagógica da organização e o tipo de clientes (considerando as condições dos mesmos) que pretende satisfazer.
5.2. Os recursos tecnológicos no Percurso de Aprendizagem
Tendo em consideração as decisões tomadas pelo CFA e identificadas anteriormente, a população-alvo, os objectivos a atingir e o modelo de ensino/aprendizagem foram seleccionados para o percurso de aprendizagem referenciado e descrito quatro suportes tecnológicos, a escrita/texto, o podcast/som, a webcast/vídeo e o Skipe, para além do LMS de suporte a todo o sistema de aprendizagem da organização.
O podcast/som será o recurso mais utilizado terá textos informativos e servirá para evidenciar experiências efectuadas pelos formandos e a webcast/vídeo será utilizado para textos informativos que visam disponibilizar demonstrações. Poderão em alguns temas serem utilizados ambos. Será também utilizado o Skipe para algumas das produções a efectuar pelos formandos.
Os meios identificados não exigem equipamentos e software complexos e são de fácil acesso. Os formandos acederão à informação através de links que estarão identificados no ambiente de aprendizagem (LMS) do CFA. Os textos em podcast permitem ao formando flexibilidade na gestão do seu tempo e do espaço para audição associado ao seu ritmo de aprendizagem. Esta flexibilidade também é proporcionada pelas webcast/vídeos.
A estratégia pedagógica delineada para este percurso é de que estes meios sejam utilizados em todo percurso de acordo com a matrizes planeadas. No entanto, serão introduzidas alterações, melhorias ou correcções se através dos indicadores de acompanhamento e controlo do processo, verificar-se que há necessidade de intervenções alternativas.
Outra decisão tomada relaciona-se com o tipo de comunicação que deverá ocorrer entre os utilizadores. O LMS e o Skipe serão os meios a utilizar para possibilitar a interacção.
Na concepção e desenvolvimento dos conteúdos adequados aos meios identificados colaboram técnicos com conhecimentos específicos. Na implementação não é exigível formação especifica, para além da frequência do módulo de ambientação, para quem não domina operacionalmente algumas tarefas a efectuar na e através da Internet.
5.3. Infra-estrutura a utilizar
O CFA dispõe de um ambiente virtual de aprendizagem (LMS) – Moodle - que disponibiliza, entre outras, as seguintes funcionalidades: comunicação síncrona e assíncrona, sistema de correio, anúncios, portfólio, caderno de notas, avaliação, recursos didácticos, equipas, edição de texto cooperativo, ajuda, um sistema de votação, um sistema de auto-avaliação, e monitorização dos acessos.
O percurso de aprendizagem sobre “Comunicação e Técncas de Expressão” irá também recorrer à plataforma para comunicar e realizar algumas actividades planeadas.
5.4. Testes e revisões
No plano de actividades do projecto foram identificados momentos de validação, que se realizarão no início, após a concepção da componente piloto, durante o no fim do projecto. Os testes de experiência serão feitos por utilizadores simulados, com perfis semelhantes aos destinatários do percurso de aprendizagem. Serão efectuados testes à componente pedagógica e técnológica/infraestrutura. De acordo com os resultados dos testes serão introduzidas as correcções e as melhorias necessárias.
5.5. Plano de contingências
Faz também parte do projecto o Plano de Contingências em que são identificadas um conjunto de potenciais ocorrências que poderão condicionar a formação. Para estas situações são igualmente identificadas as respectivas soluções para que o processo formativo não seja afectado.