As teorias de aprendizagem emergiram de vários campos e tendências de diferentes paradigmas filosóficos, concepções e teses sobre a natureza do conhecimento, da aprendizagem e do ensino.
Na construção de um percurso de aprendizagem por vezes existe uma mistura de teorias e práticas evidenciando combinações de teorias com premissas por vezes bastante diferentes e afastadas.
A mais valia desta conjugação está no sucesso do percurso de aprendizagem quando são proporcionadas as melhores estratégias pedagógicas que possibilitam a melhor aprendizagem.
Sabemos também que cada indivíduo aprende de forma diferente e em circunstâncias diferentes. São diversos os factores que influenciam o processo de aprendizagem tais como o físico, o ambiente, o cognitivo, o afectivo, o cultural e o sócio-económico.
Sem categorizar tecnicamente os elementos, consideramos que o percurso de aprendizagem traçado tem essencialmente duas componentes, uma que requer aprendizagem individual de análise, compreensão, comparação, construção, aplicação e repetição, e outra colectiva que requer análise, reflexão, dedução, construção, justificação, partilha, desenvolvimento, pesquisa e critica. O percurso de aprendizagem não tem uma única forma de apresentar as informações e de solicitar contribuições nem no formato dos materiais didácticos nem na utilização dos meios tecnológicos de suporte de forma a potenciar a aprendizagem. Esta combinação de diferentes dinâmicas beneficia as diversas preferências de aprendizagem.
Poderemos até considerar que alguns dos princípios da teoria behaviorista também se aplicam a este percurso - definição com exactidão de objectivos finais da aprendizagem; proporciona em alguns temas a retroacção sobre os resultados da aprendizagem efectuada; propõe a aplicação de exercícios de repetição e disponibiliza demonstrações para imitação. No entanto, consideramos que a essência pedagógica deste percurso de aprendizagem se afasta da essência da referida teoria. Por exemplo a divisão do conteúdo em blocos não visa condicionar o aprendente; não existe um reforço das reacções desejadas; não se privilegia a aprendizagem com ensino individualizado, tipo programado; a progressão do formando não está dependente do tipo de respostas que dá; não é proporcionada recompensa e punição na avaliação efectuada.
Consideramos que o percurso tem mais do que uma teoria predominante.
No âmbito da teoria construtivista destacamos os seguintes elementos que estão contemplados no percurso de aprendizagem:
• o formando é activo no processo de aprendizagem;
• o formando constrói o seu conhecimento com base nas suas experiências;
• a actividade cognitiva do formando e os modelos mentais que cria são relevantes;
• o formando fará descobertas e exploração do conhecimento;
• o formador terá um papel de facilitador e proporciona experiências para o formando construir o seu conhecimento;
• os conteúdos abordados são relevantes e do interesse do formando e fazem parte da estrutura do seu conhecimento prévio;
• os formandos podem navegar nos conteúdos por unidade e seguir a sequência que desejarem;
• os formandos são convidados a construir o seu conhecimento pesquisando também outros conteúdos para além dos que são disponibilizados.
No âmbito da teoria sócio-cultural (interaccionista) onde a vontade de aprender e interagir está bem presente, destacamos os seguintes elementos que estão contemplados no percurso de aprendizagem:
• actividades que direccionem para a construção colectiva do conhecimento;
• actividades que estimulam o desenvolvimento do pensamento critico;
• actividades que fomentam a interacção possibilitando modificações e apropriações;
• actividades que incentivam a partilha de experiências;
• acompanhamento e orientação por parte do formador;
• actividades em que o formando aplica e relaciona os conhecimentos que possui com as aprendizagens efectuadas;
• utilização de diversos suportes, abrangendo o maior número das diferenças existentes nos aprendizes.
No âmbito da teoria cognitivista, a qual se focaliza no processo que orienta a aprendizagem destacam-se os seguintes elementos:
• actividades que relacionam as necessidades dos formandos com os objectivos da própria aprendizagem;
• actividades que permitem relacionar o novo com o adquirido;
• conteúdos e actividades adaptadas ao nível de desenvolvimento dos formandos;
• actividades que valorizam a compreensão;
• disponibilização de conteúdos que facilitam a compreensão, organização e a retenção dos conhecimentos;
• valorização da prática através de tentativas sucessivas e variadas, que facilitam a transferência de conhecimentos e competências para novas situações;
• actividades que conduzem à descoberta;
• informação sobre os objectivos;
• existência de discussões e debates;
• actividades de pesquisa e solução por parte dos formandos;
• enquadramento dos formandos nos temas;
• conteúdos e actividades que possibilitam a identificação dos conteúdos âncora;
• actividades que possibilitem a aprendizagem significativa.
As teorias de aprendizagem emergiram de vários campos e tendências de diferentes paradigmas filosóficos, concepções e teses sobre a natureza do conhecimento, da aprendizagem e do ensino.
Na construção de um percurso de aprendizagem por vezes existe uma mistura de teorias e práticas evidenciando combinações de teorias com premissas por vezes bastante diferentes e afastadas.
A mais valia desta conjugação está no sucesso do percurso de aprendizagem quando são proporcionadas as melhores estratégias pedagógicas que possibilitam a melhor aprendizagem.
Sabemos também que cada indivíduo aprende de forma diferente e em circunstâncias diferentes. São diversos os factores que influenciam o processo de aprendizagem tais como o físico, o ambiente, o cognitivo, o afectivo, o cultural e o sócio-económico.
Sem categorizar tecnicamente os elementos, consideramos que o percurso de aprendizagem traçado tem essencialmente duas componentes, uma que requer aprendizagem individual de análise, compreensão, comparação, construção, aplicação e repetição, e outra colectiva que requer análise, reflexão, dedução, construção, justificação, partilha, desenvolvimento, pesquisa e critica. O percurso de aprendizagem não tem uma única forma de apresentar as informações e de solicitar contribuições nem no formato dos materiais didácticos nem na utilização dos meios tecnológicos de suporte de forma a potenciar a aprendizagem. Esta combinação de diferentes dinâmicas beneficia as diversas preferências de aprendizagem.
Poderemos até considerar que alguns dos princípios da teoria behaviorista também se aplicam a este percurso - definição com exactidão de objectivos finais da aprendizagem; proporciona em alguns temas a retroacção sobre os resultados da aprendizagem efectuada; propõe a aplicação de exercícios de repetição e disponibiliza demonstrações para imitação. No entanto, consideramos que a essência pedagógica deste percurso de aprendizagem se afasta da essência da referida teoria. Por exemplo a divisão do conteúdo em blocos não visa condicionar o aprendente; não existe um reforço das reacções desejadas; não se privilegia a aprendizagem com ensino individualizado, tipo programado; a progressão do formando não está dependente do tipo de respostas que dá; não é proporcionada recompensa e punição na avaliação efectuada.
Consideramos que o percurso tem mais do que uma teoria predominante.
No âmbito da teoria construtivista destacamos os seguintes elementos que estão contemplados no percurso de aprendizagem:
• o formando é activo no processo de aprendizagem;
• o formando constrói o seu conhecimento com base nas suas experiências;
• a actividade cognitiva do formando e os modelos mentais que cria são relevantes;
• o formando fará descobertas e exploração do conhecimento;
• o formador terá um papel de facilitador e proporciona experiências para o formando construir o seu conhecimento;
• os conteúdos abordados são relevantes e do interesse do formando e fazem parte da estrutura do seu conhecimento prévio;
• os formandos podem navegar nos conteúdos por unidade e seguir a sequência que desejarem;
• os formandos são convidados a construir o seu conhecimento pesquisando também outros conteúdos para além dos que são disponibilizados.
No âmbito da teoria sócio-cultural (interaccionista) onde a vontade de aprender e interagir está bem presente, destacamos os seguintes elementos que estão contemplados no percurso de aprendizagem:
• actividades que direccionem para a construção colectiva do conhecimento;
• actividades que estimulam o desenvolvimento do pensamento critico;
• actividades que fomentam a interacção possibilitando modificações e apropriações;
• actividades que incentivam a partilha de experiências;
• acompanhamento e orientação por parte do formador;
• actividades em que o formando aplica e relaciona os conhecimentos que possui com as aprendizagens efectuadas;
• utilização de diversos suportes, abrangendo o maior número das diferenças existentes nos aprendizes.
No âmbito da teoria cognitivista, a qual se focaliza no processo que orienta a aprendizagem destacam-se os seguintes elementos:
• actividades que relacionam as necessidades dos formandos com os objectivos da própria aprendizagem;
• actividades que permitem relacionar o novo com o adquirido;
• conteúdos e actividades adaptadas ao nível de desenvolvimento dos formandos;
• actividades que valorizam a compreensão;
• disponibilização de conteúdos que facilitam a compreensão, organização e a retenção dos conhecimentos;
• valorização da prática através de tentativas sucessivas e variadas, que facilitam a transferência de conhecimentos e competências para novas situações;
• actividades que conduzem à descoberta;
• informação sobre os objectivos;
• existência de discussões e debates;
• actividades de pesquisa e solução por parte dos formandos;
• enquadramento dos formandos nos temas;
• conteúdos e actividades que possibilitam a identificação dos conteúdos âncora;
• actividades que possibilitem a aprendizagem significativa.